{"id":5505,"date":"2026-04-09T14:29:40","date_gmt":"2026-04-09T17:29:40","guid":{"rendered":"http:\/\/nahoranoticias.com\/?p=5505"},"modified":"2026-04-09T14:29:41","modified_gmt":"2026-04-09T17:29:41","slug":"autismo-pesquisa-aponta-baixo-acesso-a-diagnostico-e-terapias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nahoranoticias.com\/?p=5505","title":{"rendered":"Autismo: pesquisa aponta baixo acesso a\u00a0diagn\u00f3stico e terapias"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apenas 15,5% dos entrevistados fazem terapias na rede p\u00fablica de sa\u00fade<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/255131.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo\u00a0Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemogr\u00e1fico nacional sobre pessoas autistas, divulgado nesta quinta-feira (9), revela que o acesso ao diagn\u00f3stico e a terapias no Brasil permanece limitado.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1685367&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1685367&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ada&nbsp;pelo Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que servi\u00e7os ele tem acesso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo colheu 23.632 entrevistas&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;no per\u00edodo entre 29 de mar\u00e7o e 20 de julho de 2025, incluindo respostas de 16.807 respons\u00e1veis por pessoas autistas e de 4.604 adultos autistas, al\u00e9m de 2.221 participantes que se identificam tanto como autistas quanto como respons\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados mostram que, apesar de cerca de 25% da popula\u00e7\u00e3o brasileira ter acesso a planos de sa\u00fade, 20,4% das pessoas entrevistadas informaram ter confirmado o diagn\u00f3stico de transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo indica tamb\u00e9m que apenas\u00a015,5% dos entrevistados disseram realizar terapias pela rede p\u00fablica de sa\u00fade, enquanto mais de 60% informaram usar planos de sa\u00fade ou pagar de forma particular para ter acesso ao servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em nota, o Instituto Autismos avalia que gargalo \u00e9 ainda mais amplo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cOs resultados do Mapa Autismo Brasil tamb\u00e9m revelam que 56,5% dos entrevistados (englobando quem usa SUS e a rede privada) informaram que a pessoa autista em quest\u00e3o (o pr\u00f3prio respondente ou a pessoa sob sua responsabilidade) faz at\u00e9 duas horas semanais de terapia, o que destoa do preconizado internacionalmente \u2013 que s\u00e3o terapias multidisciplinares e em carga semanal elevada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em maio de 2025, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgou, pela primeira vez, dados do Censo Demogr\u00e1fico 2022, que mapeou\u00a02,4 milh\u00f5es de pessoas com TEA no Brasil\u00a0\u2013 1,2% da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cDiferentemente do Censo, o Mapa Autismo Brasil faz uma an\u00e1lise socioecon\u00f4mica e de acesso a servi\u00e7os de autistas e cuidadores de pessoas autistas, contribuindo com uma avalia\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio atual e apontando para demandas de melhorias nas pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d, destacou o Instituto Autismos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perfil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As 23.632 entrevistas colhidas tra\u00e7am o seguinte perfil do autista brasileiro:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>60,8% s\u00e3o brancos;\u00a032%, pardos;\u00a05,2%, pretos;\u00a01,1%, amarelo; e 0,25%, ind\u00edgena;<\/li>\n\n\n\n<li>65,3% s\u00e3o homens e 34,2%, mulheres;<\/li>\n\n\n\n<li>72,1% est\u00e3o na faixa et\u00e1ria at\u00e9 17 anos, enquanto 27,9% t\u00eam entre 18 e 76 anos;<\/li>\n\n\n\n<li>28,6% t\u00eam renda familiar at\u00e9 R$ 2.862;\u00a037,9%,\u00a0entre R$ 2.862 e R$ 9.540; e\u00a020,33%,\u00a0acima de R$ 9.540;<\/li>\n\n\n\n<li>53,7% t\u00eam n\u00edvel 1 de suporte (o mais baixo);\u00a033,7%,\u00a0n\u00edvel 2 de suporte; e 12,6%,\u00a0n\u00edvel 3 de suporte (o que requer maior aux\u00edlio no dia a dia);<\/li>\n\n\n\n<li>Como comorbidades, 51,5% t\u00eam transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH);\u00a041,1%,\u00a0transtorno de ansiedade;\u00a027,9%,\u00a0transtornos do sono;\u00a023,2%,\u00a0dist\u00farbios gastrointestinais;\u00a019,3%,\u00a0transtorno do desenvolvimento da linguagem;\u00a019,1%,\u00a0altas habilidades\/superdota\u00e7\u00e3o;\u00a017,5%,\u00a0transtorno depressivo;\u00a016,4%,\u00a0defici\u00eancia intelectual; e 12,1%,\u00a0transtornos espec\u00edficos da aprendizagem;<\/li>\n\n\n\n<li>Em termos de comunica\u00e7\u00e3o, 55,5% falam frases completas e longas;\u00a029,5% fazem ecolalias (palavras e frases repetidas de forma repetitiva), 28,1% falam poucas palavras\/frases, 7,65% n\u00e3o falam e n\u00e3o usam comunica\u00e7\u00e3o aumentativa e alternativa (CAA) ou escrita, 4,15% falam pouco e usam CAA, 3,51% n\u00e3o falam e usam CAA e 0,59% usam l\u00edngua brasileira de sinais (Libras).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os respondentes respons\u00e1veis por pessoas autistas, 96% eram m\u00e3e ou pai \u2013 desses, 92,4% eram m\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os cuidadores, 55,2% informaram ter ensino superior completo ou p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Do total,\u00a030,47% dos cuidadores declararam n\u00e3o possuir renda ou estarem desempregados, enquanto parte expressiva disse estar inserida no mercado formal, sobretudo como servidores p\u00fablicos (21,9%) e trabalhadores CLT (16%), al\u00e9m de modalidades informais e aut\u00f4nomas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA elevada propor\u00e7\u00e3o de cuidadores fora do mercado de trabalho sugere impacto direto das demandas de cuidado na trajet\u00f3ria profissional, ampliando vulnerabilidades econ\u00f4micas e depend\u00eancia de pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o social\u201d, avaliou o Instituto Autismos.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Do total de entrevistados, 76,6% afirmaram utilizar algum tipo de benef\u00edcio. No entanto, a maior parte \u00e9 para acesso e identifica\u00e7\u00e3o: 36,7% usam o cart\u00e3o de identifica\u00e7\u00e3o da pessoa com TEA, 30% usam atendimento preferencial em servi\u00e7os e 20,7% usam vaga de estacionamento para pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apenas 16,6% informaram ter acesso ao Benef\u00edcio de Presta\u00e7\u00e3o Continuada (BPC), 12,9% disseram usar passe livre para pessoas com defici\u00eancia e 7,7% informaram ter&nbsp;isen\u00e7\u00e3o do Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Mapa Autismo Brasil revela dificuldades de acesso ao diagn\u00f3stico de TEA pelo SUS e tamb\u00e9m atraso do diagn\u00f3stico de forma geral, o que dificulta interven\u00e7\u00f5es precoces.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados indicam uma concentra\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos na faixa at\u00e9 4 anos (51,7%), seguida pela faixa de 5 a 9 anos (17,1%) e pela faixa de 10 a 14 anos (6,1%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA diferen\u00e7a entre a mediana (4 anos) e a m\u00e9dia (11 anos) revela que, embora a maior parte dos diagn\u00f3sticos ocorra precocemente, ainda h\u00e1 um n\u00famero relevante de diagn\u00f3sticos realizados em idades mais avan\u00e7adas, que elevam a m\u00e9dia da amostra\u201d, alertou o Instituto Autismos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa identificou tamb\u00e9m que\u00a0os primeiros sinais de TEA s\u00e3o percebidos majoritariamente por familiares pr\u00f3ximos (55,9%) ou pela pr\u00f3pria pessoa autista (11,4%), enquanto m\u00e9dicos e professores alertaram sobre os primeiros sinais apenas em 7,3% e 9,4% dos casos, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda segundo o estudo, neurologistas ou neuropediatras foram respons\u00e1veis pelo diagn\u00f3stico em 67% dos casos, seguidos por psiquiatras (22,9%), o que, para o Instituto Autismos, evidencia a necessidade de acesso a especialistas, nem sempre dispon\u00edveis nas redes p\u00fablicas e mesmo privadas de algumas localidades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados mostram que 55,2% dos diagn\u00f3sticos foram feitos na rede particular de sa\u00fade, 23% por plano de sa\u00fade e apenas 20,4% pelo SUS, sendo que as propor\u00e7\u00f5es variam quando consideradas as diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds \u2013 a pesquisa indica depend\u00eancia maior do SUS para diagn\u00f3stico no Norte e no Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Terapias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as terapias mais frequentes, destacam-se psicoterapia (52,2%), terapia ocupacional (39,4%), fonoaudiologia (38,9%), psicopedagogia (30,8%) e terapia ABA (29,8%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em menor propor\u00e7\u00e3o, foram relatadas fisioterapia (12,5%), nutri\u00e7\u00e3o (10,2%), musicoterapia (11,0%), psicomotricidade (15,0%), equoterapia (4,3%) e estimula\u00e7\u00e3o precoce (3,7%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m se observa que 16,4% dos participantes declararam n\u00e3o realizar terapias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando questionados sobre a rede utilizada para terapias, 15,5% disseram usar&nbsp;o SUS, enquanto 35,3% informaram usar o plano de sa\u00fade, 28,5% disseram fazer pela rede particular e 7,93% disseram usar associa\u00e7\u00f5es como as associa\u00e7\u00f5es de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre usu\u00e1rios do SUS, apenas 33,8% fazem terapia ocupacional, em compara\u00e7\u00e3o com 64,5% dos usu\u00e1rios de planos de sa\u00fade. Usu\u00e1rios do SUS tamb\u00e9m relataram significativo menor acesso a sess\u00f5es de psicoterapia, fonoaudiologia, terapia comportamental ABA, psicomotricidade e musicoterapia quando comparado ao acesso pelo plano de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados do MAB ainda indicam um investimento mensal em terapias concentrado principalmente nas faixas de R$ 501 a R$ 1 mil (24,8%), de R$ 1.001 a R$ 3 mil (22,2%) e\u00a0de R$ 101 a R$ 500 (20,9%).\u00a0Segundo os dados, 5,7% t\u00eam investimento mensal de at\u00e9\u00a0R$ 100.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os respondentes, 4,3% relataram gastos superiores a R$ 5 mil por m\u00eas e 4,2% n\u00e3o souberam informar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando tanto quem usa a rede p\u00fablica quanto quem usa a rede privada de sa\u00fade, a carga hor\u00e1ria semanal informada de terapias, na avalia\u00e7\u00e3o do Instituo Autismos, \u00e9 baixa. A maioria realiza uma hora (25,90%), nenhuma (18,13%) e duas horas (12,44%) semanais de terapia enquanto apenas 1,54% alcan\u00e7a 40 horas ou mais.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA concentra\u00e7\u00e3o em poucas horas semanais sugere limita\u00e7\u00f5es de acesso, custo e disponibilidade de servi\u00e7os, indicando que grande parte das pessoas autistas recebe suporte terap\u00eautico aqu\u00e9m do ideal para necessidades mais intensivas\u201d, destacou o instituto.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Escola e vida adulta<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados ainda trazem uma fotografia sobre o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. Do total,\u00a083,7% informaram que frequentam uma institui\u00e7\u00e3o de ensino, sendo 52,26% escola p\u00fablica e 31% estabelecimento particular, enquanto 16% disseram n\u00e3o frequentar nenhuma institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o aos recursos de acessibilidade e inclus\u00e3o,\u00a039,9% informaram n\u00e3o receber nenhum tipo de apoio.\u00a0Entre os apoios mais frequentes, destacam-se educador social, monitor ou tutor (23,8%), acompanhamento especializado, como mediador escolar ou acompanhante terap\u00eautico (18,8%), adapta\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas (18,8%) e sala de recursos (18,1%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cOs dados mostram que a presen\u00e7a na escola n\u00e3o garante, por si s\u00f3, a inclus\u00e3o efetiva. A elevada propor\u00e7\u00e3o de estudantes sem apoios b\u00e1sicos sugere fragilidade na implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de educa\u00e7\u00e3o inclusiva e desigualdade no acesso aos recursos educacionais previstos em lei\u201d, avaliou o Instituto Autismos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na faixa de 18 e 76 anos, 29,9% dos respondentes autistas afirmaram estar desempregados ou sem renda, o que, para o instituto, evidencia um desafio estrutural de inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os que afirmaram estar empregados, 21,1% atuam como servidores p\u00fablicos, 20% t\u00eam emprego com carteira assinada, 8,1% trabalham de forma aut\u00f4noma, 6,7% atuam como pessoa jur\u00eddica e 5,9% exercem atividades sem carteira assinada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 ainda 4,1% que dependem de aux\u00edlio governamental, 3,5% que recebem aposentadoria ou pens\u00e3o e 0,35% que integram a carreira militar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apenas 15,5% dos entrevistados fazem terapias na rede p\u00fablica de sa\u00fade O estudo\u00a0Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemogr\u00e1fico nacional&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5507,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[],"class_list":["post-5505","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5505"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5505\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5508,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5505\/revisions\/5508"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5507"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}