{"id":7248,"date":"2026-05-16T11:03:50","date_gmt":"2026-05-16T14:03:50","guid":{"rendered":"http:\/\/nahoranoticias.com\/?p=7248"},"modified":"2026-05-16T11:03:51","modified_gmt":"2026-05-16T14:03:51","slug":"projeto-mapeia-fauna-marinha-da-bahia-por-meio-do-dna-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nahoranoticias.com\/?p=7248","title":{"rendered":"Projeto mapeia fauna marinha da Bahia por meio do DNA ambiental"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisadores usam amostras de \u00e1gua para identificar esp\u00e9cies<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/256825.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma nova etapa do projeto Gen\u00f4mica da Biodiversidade Brasileira (GBB), desenvolvido pelo Instituto Tecnol\u00f3gico da Vale (ITV), busca identificar esp\u00e9cies da fauna marinha a partir de amostras de \u00e1gua que s\u00e3o coletadas em reservas extrativistas do sul da Bahia.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1689600&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1689600&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para esse trabalho, os pesquisadores utilizam uma nova t\u00e9cnica, mais moderna, chamada de DNA Ambiental\u00a0<em>metabarcoding<\/em>, que permite a identifica\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplas esp\u00e9cies simultaneamente, a partir de amostras ambientais que s\u00e3o colhidas, por exemplo, na \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa est\u00e1 sendo coordenada pelo Centro Tamar\/Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), em parceria com as Reservas Extrativistas (RESEXs) de Corumbau e Cassurub\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo a coordenadora do GBB pelo ICMBio, Amely Branquinho Martins, a&nbsp;t\u00e9cnica de DNA Ambiental se baseia na coleta de amostras ambientais do solo, da \u00e1gua e do ar e na identifica\u00e7\u00e3o de todas as esp\u00e9cies que passaram por aquele ambiente a partir do sequenciamento do DNA deixado na amostra.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cTodo animal que passa por um ambiente deixa pedacinhos de pelo, de escama, de fezes ou de urina que cont\u00e9m o seu DNA. V\u00e1rios animais passando por aquele ambiente v\u00e3o deixando rastros de sua passagem e, dentro desse rastro, temos as mol\u00e9culas de DNA. Quando a gente pega essa amostra, sequenciamos todo o DNA [dessa amostra] e o comparamos com os bancos de dados de refer\u00eancia. E, a partir da\u00ed, conseguimos identificar as esp\u00e9cies\u201d, detalhou a coordenadora do GBB.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Amely, essa t\u00e9cnica j\u00e1 vem sendo utilizada por outros pa\u00edses e agora o GBB pretende analisar a sua efic\u00e1cia, em compara\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos tradicionais, para o monitoramento de tipos da biodiversidade nas unidades de conserva\u00e7\u00e3o federais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No projeto-piloto que vem sendo desenvolvido no sul da Bahia foram coletadas amostras de \u00e1gua do mar em 20 pontos diferentes da Reserva Extrativista de Corumbau e em dez pontos nas por\u00e7\u00f5es estuarina e marinha da Reserva Extrativista de Cassurub\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA defini\u00e7\u00e3o destes pontos pelas equipes envolvidas considerou as esp\u00e9cies de interesse e os locais de realiza\u00e7\u00e3o das atividades de pesca e extrativismo pelos benefici\u00e1rios das RESEXs, as \u00e1reas relevantes para conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies amea\u00e7adas, e a poss\u00edvel ocorr\u00eancia de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras\u201d, explicou o analista ambiental do ICMBio Roberto Sforza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As amostras foram coletadas no m\u00eas de mar\u00e7o e j\u00e1 passaram por um processo de filtragem e conserva\u00e7\u00e3o at\u00e9 serem transportadas para o laborat\u00f3rio do ITV, em Bel\u00e9m (PA), onde o DNA ser\u00e1 extra\u00eddo, analisado e sequenciado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de identificar os tipos da fauna marinha presentes nessa regi\u00e3o, a iniciativa quer contribuir para a detec\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies amea\u00e7adas, ex\u00f3ticas e invasoras presentes nessas \u00e1reas protegidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os animais que se pretende mapear nesta regi\u00e3o est\u00e3o os peixes e invertebrados de interesse social e econ\u00f4mico das popula\u00e7\u00f5es benefici\u00e1rias das RESEXs, com especial aten\u00e7\u00e3o para esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, como os budi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Sforza, tamb\u00e9m devem ser mapeados animais que s\u00e3o os principais alvos de pescaria como peixes recifais, camar\u00f5es, moluscos e caranguejo-u\u00e7\u00e1, como tamb\u00e9m esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras, como o peixe-le\u00e3o e o coral sol.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/27RAWHO_EdKkrY_rtKe9tCorvyU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/05\/15\/20260324_162501.jpg?itok=hvIGQy9k\" alt=\"Bahia, 15\/05\/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mapeamento da fauna marinha. Robert Sforza\/Divulga\u00e7\u00e3o\" title=\"Robert Sforza\/Divulga\u00e7\u00e3o\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Mapeamento da fauna marinha.&nbsp;<strong>Foto:&nbsp;Robert Sforza\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">DNA Ambiental<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das vantagens da utiliza\u00e7\u00e3o do DNA Ambiental \u00e9 que ele permite a identifica\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplas esp\u00e9cies de forma simult\u00e2nea, sem a necessidade da captura dos organismos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cPor n\u00e3o necessitar isolar e capturar os organismos, essa abordagem \u00e9 considerada uma alternativa n\u00e3o invasiva para estudos de biodiversidade. O eDNA&nbsp;<em>metabarcoding&nbsp;<\/em>tamb\u00e9m tem se mostrado complementar aos m\u00e9todos tradicionais de identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, em alguns casos superando limita\u00e7\u00f5es destes e permitindo o registro de esp\u00e9cies raras ou de h\u00e1bitos elusivos, requerendo menos esfor\u00e7o e tempo para a obten\u00e7\u00e3o das amostras\u201d, disse Sforza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para isso, \u00e9 preciso apenas amostras ambientais, que podem ser retiradas da \u00e1gua, do solo e do ar, por exemplo. \u201cO DNA ambiental \u00e9 muito vari\u00e1vel. Praticamente, tudo que voc\u00ea v\u00ea num ambiente, como folha, solo, tronco e ar, tem como coletar [o DNA]\u201d, afirmou o pesquisador e coordenador do GBB pelo Instituto Tecnol\u00f3gico Vale (ITV), Alexandre Aleixo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cVoc\u00ea n\u00e3o precisa ter nenhum conhecimento espec\u00edfico para coletar, al\u00e9m de realmente seguir um protocolo. A gente coloca luvas, m\u00e1scaras e sa\u00edmos com um tubo na m\u00e3o, coletando \u00e1gua nos rios e igarap\u00e9s, mas tamb\u00e9m no solo, com pin\u00e7a. Tamb\u00e9m h\u00e1 equipamentos especiais que sugam o ar\u201d, disse Aleixo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cOutra t\u00e9cnica conhecida \u00e9 a do filme Jurassic Park, [de retirar o] genoma do dinossauro dentro da barriga de um mosquito. A gente tamb\u00e9m faz isso, s\u00f3 que n\u00e3o com dinossauros\u201d, brincou. \u201cPegamos mosquitos e, a partir do sangue que foi ingerido por eles, \u00e9 poss\u00edvel identificar e saber se eles est\u00e3o com o sangue de anta ou de capivara, por exemplo\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse trabalho se torna poss\u00edvel porque todo ser vivo deixa rastros de DNA no ambiente. \u201cN\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 os v\u00edrus que se espalham quando a gente espirra ou urina, mas tamb\u00e9m o DNA vai junto. A gente est\u00e1 o tempo todo emitindo part\u00edculas de DNA que v\u00e3o para o ambiente. E estando no ambiente, podemos captur\u00e1-lo, isol\u00e1-lo e sequenci\u00e1-lo\u201d, explicou o coordenador do GBB.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nessas amostras coletadas nas \u00e1guas do sul da Bahia, por exemplo, os pesquisadores poder\u00e3o determinar quais esp\u00e9cies est\u00e3o presentes nesse ambiente. Inclusive, animais que s\u00e3o de dif\u00edcil detec\u00e7\u00e3o por terem h\u00e1bitos noturnos ou serem raras. \u201cO DNA ambiental encurta um pouco o caminho para a detec\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies\u201d, completou Aleixo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">GBB<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em funcionamento desde 2023, o GBB \u00e9 a maior iniciativa de sequenciamento gen\u00f4mico da biodiversidade j\u00e1 realizada no Brasil.\u00a0O projeto tem o objetivo de gerar dados gen\u00e9ticos e gen\u00f4micos de esp\u00e9cies de fauna e flora amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, ex\u00f3ticas, end\u00eamicas ou de interesse econ\u00f4mico, com potencial para gerar renda para agricultores envolvidos com projetos de bioeconomia, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia \u00e9 realizar esse mapeamento para apoiar a conserva\u00e7\u00e3o e o uso sustent\u00e1vel da biodiversidade brasileira.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAo conhecer todo o mapa gen\u00e9tico de uma esp\u00e9cie, conseguimos, a partir dali, desenvolver aplica\u00e7\u00f5es seja para a conserva\u00e7\u00e3o seja para [o desenvolvimento] de novos produtos\u201d, explicou Aleixo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Amely, o GBB trabalha atualmente com dois eixos principais, um de gen\u00f4mica para conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e outro de c\u00f3digo de barras, que trabalha com a gera\u00e7\u00e3o de marcadores gen\u00e9ticos e com o DNA Ambiental&nbsp;<em>metabarcoding<\/em>. \u201cAt\u00e9 o momento, mais de 40 genomas de refer\u00eancia foram gerados e esperamos que, at\u00e9 o final do projeto, tenhamos pelo menos 80 esp\u00e9cies da biodiversidade brasileira, com foco principal em esp\u00e9cies amea\u00e7adas\u201d, disse a coordenadora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cDentro dos genomas mais informativos, que s\u00e3o os de refer\u00eancia, a gente j\u00e1 gerou [o mapeamento] da on\u00e7a, da arara-azul, da anta, da ararajuba, do queixada e do pr\u00f3prio a\u00e7a\u00ed\u201d, destacou Aleixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos genomas de refer\u00eancia, explicou Amely, tamb\u00e9m j\u00e1 foram sequenciadas 613 esp\u00e9cies para o c\u00f3digo de barras e 479 amostras ambientais por meio do DNA Ambiental, sendo que cada amostra ambiental pode identificar uma diversidade de animal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO foco principal \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o desses dados de gen\u00e9tica e gen\u00f4mica para atender ou subsidiar processos institucionais do ICMBio voltados para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade\u201d, destacou Amely. Segundo ela, a utiliza\u00e7\u00e3o do DNA Ambiental pelo GBB busca tamb\u00e9m testar o uso dessa t\u00e9cnica para o Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (Programa Monitora).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da import\u00e2ncia para a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, os genomas podem contribuir para o melhoramento gen\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO genoma \u00e9 uma c\u00e1psula do tempo. Ent\u00e3o, a partir do genoma eu consigo saber de onde um determinado indiv\u00edduo veio e se ele veio de uma popula\u00e7\u00e3o que era geneticamente diversificada ou n\u00e3o\u201d, afirmou Aleixo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com essa informa\u00e7\u00e3o, esclareceu o pesquisador do ITV, seria poss\u00edvel, inclusive, entender como as esp\u00e9cies lidaram com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas ocorridas ao longo da hist\u00f3ria. E, assim, oferecer bases para o futuro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA gente sabe que, por exemplo, h\u00e1 20 mil anos teve a Era do Gelo, que tamb\u00e9m aconteceu no Brasil, mas de outra forma. S\u00e3o mudan\u00e7as clim\u00e1ticas bastante significativas que impactaram o planeta todo. Queremos entender, via genoma, sobre o que aconteceu, quais popula\u00e7\u00f5es sofreram, quais popula\u00e7\u00f5es se adaptaram e por que se adaptaram. Ser\u00e1 que essa adapta\u00e7\u00e3o que aconteceu no passado&nbsp;poderia ser usada para adaptar para as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas futuras? Nosso \u00fanico guia \u00e9 a c\u00e1psula do tempo do genoma\u201d, disse Aleixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ele, isso j\u00e1 vem sendo feito em outros pa\u00edses do mundo. Na Europa, por exemplo, eles desenvolvem uma iniciativa chamada de resgate evolutivo com plantas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEles identificam partes dos genomas que s\u00e3o adaptativos e v\u00e3o conferir, por exemplo, sobre uma resist\u00eancia \u00e0 seca e entender aonde que isso est\u00e1 no genoma. E da\u00ed pode-se at\u00e9 mesmo propiciar cruzamentos para que indiv\u00edduos que tenham essas caracter\u00edsticas espalhem isso para a esp\u00e9cie como um todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de ser desenvolvido no bioma amaz\u00f4nico e estar centrado nos ecossistemas marinho-costeiros, no futuro os pesquisadores do GBB pretendem executar a\u00e7\u00f5es nos demais biomas brasileiros como Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O resultado do projeto pode ser acessado por meio da&nbsp;<a href=\"https:\/\/genrefbr.itv.org\/plataforma\/overview\">plataforma&nbsp;GenRefBR<\/a>.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores usam amostras de \u00e1gua para identificar esp\u00e9cies Uma nova etapa do projeto Gen\u00f4mica da Biodiversidade Brasileira (GBB), desenvolvido pelo&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7250,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[29],"tags":[],"class_list":["post-7248","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7248"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7248\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7251,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7248\/revisions\/7251"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/7250"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nahoranoticias.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}