{"id":8137,"date":"2026-06-03T13:50:21","date_gmt":"2026-06-03T16:50:21","guid":{"rendered":"http:\/\/nahoranoticias.com\/?p=8137"},"modified":"2026-06-03T13:50:22","modified_gmt":"2026-06-03T16:50:22","slug":"um-em-cada-quatro-brasileiros-nao-sabe-que-o-cancer-pode-ser-prevenido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nahoranoticias.com\/?p=8137","title":{"rendered":"Um em cada quatro brasileiros n\u00e3o sabe que o c\u00e2ncer pode ser prevenido"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais da metade da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o sabe que sedentarismo \u00e9 fator de risco.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/tts-app.ebc.com.br\/media\/tts\/257684.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um em cada quatro brasileiros desconhece que o c\u00e2ncer \u00e9 uma doen\u00e7a que pode ser prevenida.\u00a0A informa\u00e7\u00e3o faz parte do relat\u00f3rio Mais Dados Mais Sa\u00fade &#8211; Percep\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o brasileira sobre fatores de risco para o c\u00e2ncer, divulgada nesta quarta-feira (3).\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1692105&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1692105&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo investigou de que forma a popula\u00e7\u00e3o percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o c\u00e2ncer como tabagismo, bebidas alco\u00f3licas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Instituto Nacional de C\u00e2ncer (Inca), s\u00e3o estimados\u00a0781 mil casos novos de c\u00e2ncer por ano no tri\u00eanio 2026\/2028.\u00a0O volume representa aumento de 10,9% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior, impulsionado pelo envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o e por h\u00e1bitos de vida. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa \u00e9 a primeira edi\u00e7\u00e3o de abrang\u00eancia nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. O estudo foi realizado pelas organiza\u00e7\u00f5es Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria t\u00e9cnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fatores de risco &nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto alguns h\u00e1bitos, como o fumo e a exposi\u00e7\u00e3o solar sem prote\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais percebidos pela popula\u00e7\u00e3o como perigosos, outros n\u00e3o s\u00e3o vistos como fatores de risco para o c\u00e2ncer. \u00c9 o caso do sedentarismo, por exemplo, que aparece nas \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es dessa lista.\u00a0Menos da metade dos brasileiros (48,3%) acha que a falta de atividade f\u00edsica favorece o desenvolvimento da doen\u00e7a. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na avalia\u00e7\u00e3o da&nbsp;Chefe da Divis\u00e3o de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percep\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, especialmente em compara\u00e7\u00e3o aos estudos internacionais. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O maior exemplo disso \u00e9 o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a popula\u00e7\u00e3o adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa c\u00e2ncer.\u00a0Os outros dois fatores com maior \u00edndice de percep\u00e7\u00e3o s\u00e3o heran\u00e7a gen\u00e9tica (89,4%) e exposi\u00e7\u00e3o solar excessiva (88,3%). \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 outros fatores n\u00e3o s\u00e3o percebidos da mesma forma pela popula\u00e7\u00e3o como bebidas alco\u00f3licas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e\u00a0ultraprocessados como macarr\u00e3o instant\u00e2neo, salgadinhos e sorvete (65,6%).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a especialista, a principal diferen\u00e7a para os distintos graus de percep\u00e7\u00e3o s\u00e3o pol\u00edticas p\u00fablicas e campanhas informativas, como as implementadas em rela\u00e7\u00e3o ao cigarro nas \u00faltimas d\u00e9cadas. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAdvert\u00eancias em embalagens, impostos para elevar o pre\u00e7o do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de pol\u00edticas p\u00fablicas e muita campanha informativa, de&nbsp;comunica\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 foram desenvolvidas acerca do tabaco\u201d, compara. &nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela acredita que para ampliar a percep\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso avan\u00e7ar em a\u00e7\u00f5es semelhantes para os outros fatores de risco. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo mostra, ainda, que a popula\u00e7\u00e3o desconhece que o aleitamento materno \u00e9 um fator de prote\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento do c\u00e2ncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 n\u00e3o sabiam dessa informa\u00e7\u00e3o. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA mulher que amamenta tem uma prote\u00e7\u00e3o maior contra o c\u00e2ncer de mama quando comparada com aquela mulher que n\u00e3o tem oportunidade de amamentar\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Obesidade&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 o sobrepeso e a obesidade s\u00e3o conhecidos como fator de risco para o c\u00e2ncer por apenas 54,1% da popula\u00e7\u00e3o.\u00a0O mesmo ocorre em rela\u00e7\u00e3o ao consumo de bebidas ado\u00e7adas (refrigerantes), baixa ingest\u00e3o de frutas e verduras e o sedentarismo, que s\u00e3o associados ao c\u00e2ncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha \u00e9 reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver c\u00e2ncer por menos de tr\u00eas em cada dez brasileiros, ou 27,5%.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cLembrando que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a informa\u00e7\u00e3o que \u00e9 determinante para uma escolha alimentar. Existem outras quest\u00f5es como o acesso ao alimento, renda, pre\u00e7o dos alimentos, marketing. A gente precisa avan\u00e7ar em outras pol\u00edticas p\u00fablicas tamb\u00e9m conjuntamente para promover n\u00e3o s\u00f3 essa percep\u00e7\u00e3o, como a melhora das escolhas mais saud\u00e1veis por parte da popula\u00e7\u00e3o\u201d, defende.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela refor\u00e7a a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um c\u00e2ncer, como por exemplo a atividade f\u00edsica e a alimenta\u00e7\u00e3o adequada. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 falar: \u2018fa\u00e7a atividade f\u00edsica\u2019. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com seguran\u00e7a, para ela praticar exerc\u00edcio. A pol\u00edtica p\u00fablica tem esse papel de dar a op\u00e7\u00e3o de melhores escolhas para todos esses fatores de risco\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Comportamentos&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/a0l3cab8Pc0ER3nXFk_Os3Ozvrs=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/obesidade_infantil.jpg?itok=7Bsf31H3\" alt=\"obesidade infantil\" title=\"Marcello Casal Jr.\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Consumo de ultraprocessados \u00e9 fator de risco para o c\u00e2ncer &#8211;&nbsp;<strong>Marcello Casal Jr.\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa tamb\u00e9m investigou h\u00e1bitos da popula\u00e7\u00e3o relacionados aos fatores de risco para o c\u00e2ncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas ado\u00e7adas. E tamb\u00e9m questionou os entrevistados se havia inten\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de reduzir o consumo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cerca de 45% dos indiv\u00edduos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam n\u00e3o consumir e 15% consomem e n\u00e3o t\u00eam inten\u00e7\u00e3o de reduzir esse h\u00e1bito. Em rela\u00e7\u00e3o aos refrigerantes e demais bebidas ado\u00e7adas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redu\u00e7\u00e3o, 27% n\u00e3o consomem e cerca de 15% n\u00e3o querem reduzir a ingest\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carne vermelha, foi observada maior propor\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o n\u00e3o consumo \u00e9 menos frequente (em torno de 10%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em contrapartida, 86,3% da popula\u00e7\u00e3o afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que n\u00e3o consomem, 8,3% disseram ter inten\u00e7\u00e3o de come\u00e7ar.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Jovens &nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O relat\u00f3rio revela que os jovens at\u00e9 24 anos s\u00e3o os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a inten\u00e7\u00e3o de reduzir.\u00a0Esse comportamento foi acusado por 32,3% com rela\u00e7\u00e3o aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas ado\u00e7adas, 29,5% embutidos e 49,1% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carne vermelha.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre bebidas alco\u00f3licas, subst\u00e2ncia associada a pelo menos oito tipos de\u00a0c\u00e2ncer, metade da popula\u00e7\u00e3o (50,1%) relatou n\u00e3o consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem j\u00e1 tentaram reduzir o h\u00e1bito.\u00a0Os jovens at\u00e9 24 anos s\u00e3o maioria entres os que declaram beber e n\u00e3o ter a inten\u00e7\u00e3o de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sedentarismo&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/H_M3-NWctRXUtl5A24XV7oTE78g=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/academia_jfcrz_abr_2101220207.jpg?itok=WE_oXEWk\" alt=\"Academia, exerc\u00edcio f\u00edsico\" title=\"Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas \u00e9 fator de preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer &#8211;\u00a0Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade f\u00edsica e 39% manifestaram querer come\u00e7ar a se exercitar. Os mais ricos s\u00e3o os que mais sabem da import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica na preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer. Cerca de 45% dos que recebiam at\u00e9 R$ 2 mil apresentaram menor propor\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre o sedentarismo como fator de risco em compara\u00e7\u00e3o \u00e0queles com renda igual ou superior a R$ 10 mil (59,6%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Indagados sobre o peso corporal, 48,8% se declararam com peso saud\u00e1vel.\u00a0Entre os que reconhecem ter excesso de peso, 31% afirmaram estar fazendo algo a respeito, mas esse n\u00famero cai para 22,9% entre pessoas com renda menor que R$ 2 mil, contra mais de 40% entre os de renda acima de R$ 3 mil.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estrat\u00e9gias&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na avalia\u00e7\u00e3o da gestora do Inca, Luciana Moreira, o resultado do estudo permite pensar e planejar quais esfor\u00e7os devem ser feitos para levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade para popula\u00e7\u00e3o. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cSe a popula\u00e7\u00e3o hoje n\u00e3o reconhece, por exemplo, que as carnes processadas aumentam o risco de c\u00e2ncer, essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante para n\u00f3s, que trabalhamos com a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e com cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, de que \u00e9 preciso investir em estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luciana Sardinha, da Vital Strategies, acredita que o estudo tem um efeito muito positivo para&nbsp;despertar na popula\u00e7\u00e3o o interesse pelo assunto. \u201cAo dar visibilidade aos resultados, eles chamam a aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o para os fatores de risco para o c\u00e2ncer\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais da metade da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o sabe que sedentarismo \u00e9 fator de risco. 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