Unidade está na fase de acabamento, ficará próxima ao metrô e promete mudar o acesso à saúde pública em Águas Claras, onde milhares de moradores precisam se deslocar para outras regiões em busca de atendimento
A população de Águas Claras, no Distrito Federal, está mais perto de receber uma estrutura própria de atendimento público de urgência e emergência. A nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA), construída na altura da Rua 22 Sul, entrou na fase de acabamento e adequações prediais. O empreendimento recebe investimento de R$ 17,6 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) e terá capacidade para oferecer 65 leitos destinados ao atendimento de adultos e crianças.
Com aproximadamente 2.600 metros quadrados de área construída, a unidade foi planejada para ampliar a assistência pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reduzir a necessidade de deslocamento dos moradores e fortalecer a rede de urgência e emergência da região. A localização central, próxima à estação do metrô e ao shopping de Águas Claras, também foi escolhida para facilitar o acesso de pacientes.
A expectativa é grande porque a cidade ainda não conta com uma UPA própria. Atualmente, moradores que necessitam de atendimento público de urgência precisam procurar unidades de outras regiões administrativas, como Taguatinga e Plano Piloto. A nova estrutura poderá representar uma mudança importante para famílias que dependem exclusivamente do SUS.
Obra de R$ 17,6 milhões entra na fase de acabamento
Segundo informações divulgadas pela Agência Brasília em 6 de novembro de 2026, a construção da UPA de Águas Claras chegou à etapa de acabamento e adequações necessárias para receber os equipamentos e preparar o funcionamento da unidade.
O empreendimento integra um pacote de seis novas UPAs planejadas pelo Governo do Distrito Federal para ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Além de Águas Claras, estão em construção unidades em Água Quente, Estrutural, Guará, Sol Nascente e Taguatinga.
As seis estruturas seguem um padrão arquitetônico e assistencial semelhante, com aproximadamente 2.600 metros quadrados e 65 leitos modulares. O projeto busca oferecer instalações mais amplas e flexíveis, capazes de acompanhar as necessidades da população.
A visita técnica às obras foi acompanhada por representantes do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), responsável pela gestão das UPAs. O objetivo foi verificar o andamento dos serviços e as adequações necessárias para a futura instalação dos equipamentos médicos.
Apesar do avanço, ainda não foi divulgada uma data oficial definitiva para o início dos atendimentos. A conclusão física da construção é apenas uma das etapas necessárias antes da abertura da unidade à população.

